E também o assassinato de outros deuses
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  • Porque eu estou sumido?

    Postado em 46 de Pós-matemática de 3174 YOLD , às 7:18:62 Canedo View Comments

    Pois estou com um plano ultrasecreto para a dominação mundial.

    Não é bem assim… pelo menos até eu conseguir concluir o 2° Ano… é que vou ficar de recuperação em Biologia e Química!
    Antes de pensarem mal da minha pessoa, quero dizer que… eu ODEIO Química, a professora, alem de chata, é uma merd* para explicar a matéria (espero que ela não leia isso).

    Bem… Biologia vou ficar por meio ponto… talvez os professores que pucham meu saco (Matemática, física, inglês e educação física) façam a cabeça do professor de biologia para me dar esse meio ponto.

    Mudando um pouco de assunto, é uma injustiça esse negócio de treineiro pro ENEM… é foda irmos bem no enem e não podermos já garantir uma bolsa… Tá, eu entendo que não posso fazer faculdade ainda… mas é bem angustiante saber que ano que vem poderei não ir tão bem quanto fui esse ano, já que com as notas que tenho poderia por exemplo cursar qualquer curso que eu queira na Universidade Presbiteriana Mackenzie, PUC BH, entre outras de grande expressão…

    Tenho medo de que ano que vem eu não consiga ter o mesmo desempenho… e de algum modo ficar me culpando… espero que até o enem do ano que vem eu mude a linha de meu raciocínio para algo do tipo “Se ano passado eu já fui bem, esse ano eu vou melhor ainda”.

    Tá… confesso que esse post foi só para fazer propaganda do meu blog… então, ele (o post) não valerá nada se você não clicar aqui!

  • Aviso Não-Póstumo

    Postado em 8 de Pós-matemática de 3174 YOLD , às 5:90:12 Canedo View Comments

    Sim, este post é só para avisar que embora sumido, eu estou vivo.

    Pretendo voltar a postar em breve, só estou esperando aparecer a inspiração.
    Falando em inspiração, aqui na cidade tá quente pra caramba, de noite está foda. Se nos cobrimos, o calor nos mata, se ficamos “pelados”, os pernilongos nos matam… é aquela velha história do ovo e da galinha.

    É, um post meio sem sentido, mas hoje vejoque todos meus nosenses tem sentido! Descobri que tenho um problema psicológico, não sou louco, nem algo do tipo, apenas sofro de hiperatividade…

    Vou descrever este problema mais adiante, mas vou adiantar, a descoberta dessa “doença” (mesmo eu não considerando hiperatividade como doença) essa descoberta praticamente sanou minha crise de existencialidade… Hoje vejo que sou uma outra pessoa, consigo entender o porque de minha pessoa ser diferente…

    Mas estes detalhes existênciais, melancólios e “emáticos” são assuntos para outro post…

    Para finalizar só me resta dizer:
    Heil Éris!

  • Myself

    Postado em 41 de Burocracia de 3174 YOLD , às 7:29:11 Canedo View Comments

    Há algum tempo minha mente anda inquieta. A saudade deste blog estava me comendo por inteiro. Não conseguia mais ficar sem escrever. Mas escrever o quê?

    Minha mente se enche de idéias. Mas falta inspiração. Talvez porquê minha musa inspiradora foi-se embora, levando meus pensamentos, minhas idéias, meu coração.

    Amizades vem e vão, amizades passam. Amores vem e não vão, marcam nossa alma, nos transforma em um animal, como se fôssemos marcados a ferro quente. “Dona: XXX”. E se somos abandonados… simplesmente colocamos o rabo entre as pernas e saímos, não importa se somos fortes, se somos fracos, não existe homens nessas horas, galinhas e “bundões” são sinônimos, abandonados. Mas o pior mesmo é quando não somos abandonados. Somos ignorados. Aquele amor que explode em seu coração simplesmente foi desprezado. “Você não é bom o bastante…”.

    Nesse momento escuto sk8ter boy, quero dar a volta por cima, a frase “He wasn’t good enough for her” ecoa em minha cabeça. Mas percebo que a realidade é feita de fatos, e não de ondas sonoras ou cerebrais. Por mais que eu cante ou imagine, eu nunca serei o bastante, nunca chegarei a seus pés.

    Esse texto não é para ninguém em especial, não é em “comemoração” ao meu momento, a minha situação, não estou triste, também não posso dizer que estou bem. Mas depois de alguns meses de turbulência você perceber que sua vida finalmente está pegando um rumo bom. Duas ofertas de emprego (Uma inclusive para ser professor em uma das maiores escolas profissionalizantes do Brasil), penso que meu coração finalmente está para sossegar com uma pessoa (não sossegou ainda, aliás, nem estou com esta pessoa ainda, mas devo estar em breve), é muito bom.

    Mas então, por que escrever “coisas tristes”? Por medo.

    Medo de perder tudo que conquistei, voltar a ser apenas mais um.
    Ou ser aquilo que eu nunca fui, mas nunca quis ser. Pois como nos dizem de consolo em momentos ruins “A vida dá voltas”. Nunca acreditei nisso, quanto mais mechenos na merda, mais ela fede. Penso que se alguém faz uma grande besteira, raramente consegue contorná-la, raramente consegue voltar atrás, e eu nunca faço parte desses “raramente”. Mas agora que minha vida está boa, fico pensando “A vida da voltas”, penso em perder tudo que tenho, hoje que estou por cima penso nessas voltas da vida, penso se tudo isso desabar, se eu não conseguir segurar as pontas…

    Por isso venho trazer duas músicas que não saem da minha cabeça, e a indicação de um livro que estou lendo, que talvez esteja formando o meu “myself destes dias”.

    A primeira música é I’ll Be There For You, Bon Jovi, (Words can’t say what the love can do) uma música simplesmente perfeita para se escutar a dois, a só, em dias ruins, em dias bons. Enfim, uma música que está fazendo minha cabeça mais recentemente, principalmente agora que as coisas estão dando certo. Mas quando minha vida estava um lixo, que tudo pareceu dar errado, o que deu certo era melhor não ter dado, Misunderstood, também do Bon Jovi (I should have drove all night, I would have run all the lights, I was misunderstood) me fez um mal danado. Sim, pode parecer esquisito, mas é bom olhar para trás e vermos o que erramos. Por isso digo que é bom esquecermos os lápis (lápisis aqui em Minas).

    E para finalizar, uma indagação, até onde vale a pena confiar na sorte? Podemos confiar nossa vida em um amuleto? Achar que somos o tal, que somos imortais somente porque temos sorte? Essa é a indagação do livro The Pearl, John Steinbeck – 1945. Um ótimo livro, que está me fazendo refletir sobre minha ignorância. Cada um de nós temos um amuleto, beleza, dinheiro, lábia, qualquer coisa em que nós confiamos e sabemos que nos leva longe, mas estou perdendo a confiança em meus amuletos, estou sendo menos hipócrita, e vendo que moro em um mundo onde todos têem amuletos, e que aqueles que não tem, fazem de tudo para tê-los (lembrei-me de Crazy – Green Day).

    Espero voltar a escrever em breve, assim que eu tiver notícias boas (ou ruins).
    Assim que meu coração descobrir se esta ansiedade que o toca é por algo que irá ser bom ou ruim.
    Se depois de várias, irei finalmente achar conquistar a única.

  • E O Meu Desejo É…

    Postado em 51 de Confusão de 3174 YOLD , às 6:48:29 Canedo View Comments

    Bem, amanhã farei aniversário, ficarei mais velho (isso é bom?) e hoje uma amiga me perguntou “O que você irá pedir na hora de soprar as velhinhas velinhas?”

    Eu gostaria de pedir a existência de um Deus. Um mundo onde exista um ser supremo, onipresente, que governe piedosa e bondosamente…

    Gostaria muito da existência de um Deus (não como descrito na bíblia), pode parecer idiotisse, um ateu-discordiano (como diria Rev. Beraldo “Você é Bi!”) que gostaria de acreditar em Deus… mas é verdade, gostaria muito de que existisse um paraíso, ou um inferno igual eu vi num filme no corujão hoje, mas a questão é que não existe! Tenho que cair na real, não posso suprir as necessidades de uma vida fácil onde tudo dá certo se não é assim que funciona. Tenho que por os pés no chão, já que Gênio da Lâmpada que realiza desejos não existe…

  • Entendam Como Quiser

    Postado em 43 de Confusão de 3174 YOLD , às 6:33:69 Canedo View Comments

    Nesse fim de semana, eu com meu primos:

    Prima1: Olha meu salto, custou R$ 79,00
    Primo1: Olha meu tênis, custo R$ 150,00
    Eu: Olhe minhas Havaianas, custaram R$ 9,00 e duram mais que os calçados de você dois juntos…

    Que conclusões podemos tirar sobre o consumismo da sociedade hoje em dia?