E também o assassinato de outros deuses
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  • A Terceira Temporada de Pushing Daisies, Imaginada

    Postado em 28 de Caos de 3176 YOLD , às 7:38:77 Peterson Espaçoporto View Comments

    Não vai existir. Infelizmente, a série foi cancelada na segunda temporada e os últimos episódios resolveram tudo, deixando de fora apenas o caso do pai do Ned — o que é uma pena.

    Então aqui está o que eu faria caso fosse contratado para escrever a plot da terceira temporada:

    :::ATENÇÃO:SPOILERS (SOBRE AS TEMPORADAS REAIS, É CLARO):::

    Call me Great No.

    "Call me Great" "No."

    S03E01

    Depois que as tias (mãe e tia, rather) de Chuck souberam que ela estava viva, elas ficam sabendo dos “talentos” que Ned possui — e como Chuck ainda podia estar viva. Ainda assim, não puderam deixar de cumprir o contrato e viajar pela Europa com a Aquacade.

    Então, já que Olive agora trabalha no próprio restaurante (Intrepid Cow), Chuck tem uma ideia: por que não viajar pela Europa junto com as tias (ainda que independentemente, mas seguindo o percurso da Aquacade)? Como ela deveria estar morta, na Europa ninguém reconheceria ela anyway (ou haveria menor probabilidade disso acontecer do que ficando nos Estados Unidos). Além disso, ela havia “revivido” já há tanto tempo…

    Então Ned vai com as três para a Europa. Enquanto isso, Emerson (agora junto à sua filha de novo, mediante um acordo com a mãe dela), Olive, Randy e Simone enfrentam um assassinato ocorrido no próprio Intrepid Cow: alguém morre envenenado com a comida. Eles precisam achar o assassino, pois tudo aponta a dona do restaurante como a culpada.

    S03E02

    Na Europa, o trabalho chama Ned e Chuck de volta à ativa quando um estranho assassinato ocorre na cidade em que estão. Os dois têm que resolver sozinhos o caso, mas acabam se intrometendo no trabalho de um outro detetive particular. Vamos chamá-lo de Robinson Robbes (que foi? A série toda é assim, oras =]). Lily e Vivian não sabem que os dois estão de novo no ramo da investigação (eles prometeram não fazer mais isso, por segurança; além disso, Emerson não estava mais com eles de qualquer forma).

    De volta à América, os irmãos de Ned enfrentam problemas quando são demitidos do Conjurer’s Castle (acho que era esse o nome do lugar onde trabalhavam, certo?) e não encontram apoio fraternal no Pie Hole, que foi fechado; então pedem ajuda à Olive, que descobre os talentos culinários (para macarrão, que é o que ela vende) dos dois e os deixa trabalhar lá. Randy fica com ciúmes em relação a Olive e eles (porque eles fazem com que ela se lembre de Ned). Emerson e Simone, num dia de folga, enfrentam dificuldades sobre um relacionamento com filhos. E Penny, a filha de Emerson, também não é muito simpática a Simone.

    S03E03

    Na Europa, os quatro personagens viajam para outra cidade do mesmo país, e um serial killer citadino, há muito tempo perseguido por Robinson, finalmente é pego por Ned e Chuck (é um caso difícil, pois não há muitos motivos para ligar as vítimas ao assassino). No entanto, a confusão acaba chegando até Lily e Vivian, que exigem que Ned se afaste de Chuck, já que seu dom pode acabar metendo a filha / sobrinha em encrencas, matando-a seja pelo toque ou pelo envolvimento com crimes. Chuck gosta de investigar os casos, mas teve que ceder a elas; ela não queria perder contato mais uma vez com sua mãe e sua tia, então Ned a deixou ir. Robinson, contudo, estava estudando a investigação dos dois, e viu que certas informações não poderiam ter sido resgatadas sem que as próprias vítimas houvessem confessado. Ele resolve seguir Ned e descobrir qual é o seu segredo enquanto investigador.

    S03E04

    Nos States, Emerson e Simone continuam enfrentando problemas com a filha. Então, numa noite em que eles resolvem sair, ela é sequestrada. Enquanto isso um homem misterioso aparece no Intrepid Cow procurando por Ned. Olive diz que não sabe onde ele está, apenas que está na Europa; ele não entra em contato com os gêmeos, os irmãos de Ned.

    Na Europa, Ned segue o Aquacade, mas Chuck está proibida de vê-lo. Robinson segue Ned e arma um assassinato de mentira no hotel em que ele está hospedado, mas ele não quer averiguar o caso sozinho.

    De volta à América, Emerson e Simone aproximam-se do sequestrador da filha, e então, no fim, Simone é quem a salva, fazendo com que as duas tenham uma relação bem melhor. No final do episódio, o homem misterioso que apareceu anteriormente no Intrepid Cow confronta Emerson: ele diz que caso Ned não volte para Papen County, coisas ruins acontecerão.

    S03E05

    Na Europa, Ned e Chuck encontram-se clandestinamente e ela diz que Lily e Vivian aceitam que eles fiquem juntos novamente, desde que prometam (novamente) não mais entrar em um caso. Robinson ouve tudo (inclusive uma parte sobre encostar em pessoas mortas) e decide criar uma armadilha para os dois.

    Emerson conta a Olive, aos irmãos de Ned e a Randy sobre o homem que o ameaçou. Logo depois, Olive percebe que no lugar onde Digby e Pigby costumavam ficar, apareceu apenas um bilhete: “Bring Ned back”.

    Robinson atrai Ned e Chuck para o seu quarto num hotel da cidade, e há um corpo em cima da cama. Ele força Ned a tocar nele, mas nada acontece.

    S03E06

    Ned fica assustado ao constatar que perdeu, de alguma forma, seus poderes. Robinson fica convencido de que não há nada demais com eles, mas oferece uma parceria para resolver crimes (pensando, portanto, que eles são realmente ótimos quanto à investigação), mas os dois recusam por causa do acordo com Lily e Vivian.

    Nos Estados Unidos, os personagens tentam ligar várias vezes pra Ned, mas ninguém atende o telefone em Aquacade (só seguindo a tradição: ninguém NUNCA teve celulares na série toda. NENHUM personagem. Não que eu me lembre). Enquanto isso, Emerson é contratado para resolver um assassinato. No final do episódio, enquanto Emerson se encontra novamente com o homem misterioso, que reafirma que quer Ned na América, Ned e Chuck se reúnem a Lily e Vivian depois de mais um show no Aquacade (escondendo delas que Ned não possui mais o poder que antes possuía, por razões desconhecidas), quando alguém pede para entrar no camarim. É Charles Charles, o pai de Chuck (que eles também não haviam dito que tinham ressuscitado).

    S03E07

    Enquanto os gêmeos e Randy continuam tentando fazer contato com Ned, Emerson pede a ajuda de Olive para resolver um assassinato em outra cidade, envolvendo vários amigos dela durante a época de colegial.

    Enquanto isso, Ned, Lily, Vivian, Charles e Chuck vivem um dia-a-dia incomum e muito ácido entre eles — provocando pequenas brigas entre eles esporadicamente, deixando todos irritadiços — até que no jantar o pai de Chuck tropeça e sua mão encosta no rosto de Ned, mas ele não morre; todos ficam sabendo que o Pie Maker perdeu o “poder”.

    Na América, depois de descobrir o assassino, Emerson conta a Olive que Ned tem o poder de trazer os mortos de volta à vida, e ela então passa a entender tudo sobre a “alergia” de Chuck e Ned e todo o resto. Pouco antes de pegar o assassino, contudo, ele consegue fugir, deixando os dois sem o dinheiro da recompensa. Eles descobrem que quem os ajudou a fugir foi o homem misterioso, que revela ser o pai de Ned.

    Depois disso várias coisas ainda aconteceriam: Ned resistiria à ideia de tocar em Chuck de qualquer forma, mesmo sabendo que seus poderes haviam falhado, mas eventualmente desistiria e a beijaria (momento que certamente superaria o beijo usando plastic wrap no terceiro episódio, com certeza). Depois de quase provocar a ruptura da dupla Darling Mermaid Darlings, Charles falaria com Vivian e iria embora, e então as duas irmãs voltariam a ter paz entre si novamente.

    Nos Estados Unidos, os irmãos de Ned conseguiriam falar com ele e explicariam toda a situação, no mesmo episódio em que ele conheceria um amigo de seu pai, Charles Charles e Dwight Dixon (da época em que estavam juntos no exército). Nesse episódio ele descobriria por que o pai o deixou. Ele e Chuck decidem voltar para a América para salvar os amigos. Depois de algum final confrontante entre pai e filho-fazedor-de-tortas, a série enfim poderia terminar de modo satisfatório.

    Eu pensei também em incluir aguns elementos extra

    • Ned visitando “alguém ligado ao sobrenatural para entender por que seus poderes sumiram, ouvir uma explicação de como ele poderia recuperá-los e, após seguir as instruções, não conseguir.
    • Um dos irmãos (ou os dois) sendo acidentalmente morto pelo pai de Ned, e Ned não podendo fazer nada para trazê-los de volta.
    • Olive morrendo durante um incêndio no Intrepid Cow (provocado pelo pai de Ned) e Randy descobrindo que Ned poderia trazer pessoas de volta à vida querendo que ele traga Olive de volta, e então ele enfim recupera seus poderes.

    Mas essas coisas simplesmente não têm nada a ver com Pushing Daisies. A primeira, talvez, mas só.

    Esse seria, pra mim, uma temporada que finalizaria de uma forma excitante e divertida a história. Toda ela.

    Mais alguém aí viu a série? Gostou da sugestão? Faria algo diferente?

  • Com Vocês:

    Postado em 19 de Pós-matemática de 3175 YOLD , às 8:39:27 Peterson Espaçoporto View Comments

    Eles Não Usam Black-Tie.

    Problemas técnicos: não estou conseguindo colocar o vídeo direto na página.

    O link para ele é este ;)

  • Terminou

    Postado em 3 de Pós-matemática de 3175 YOLD , às 0:32:84 Peterson Espaçoporto View Comments

    Eles Não Usam Black-Tie 2009 Trailer

    Esse é o trailer do curta “Eles Não Usam Black-Tie”, um filme amador feito para um festival de curtas do Colégio Elisa Andreoli, de São José, Santa Catarina – em que estudo.

    O festival foi criado ano passado. O objetivo é dividir o Terceirão em grupos e cada um fica com um dos livros que cai no vestibular da UFSC – ou no caso do Treze Cascaes, que é de contos, fica com 3 contos dele pra adaptar. Ano passado, quando eu estava no segundo ano, fui chamado pra ser jurado, representando os alunos do colégio no corpo de jurados – que continha um publicitário, um professor, entre outros. Esse ano foi a nossa vez, e o nosso grupo ficou com “Eles Não Usam Black-Tie”

    Fazer um filme desse, sinceramente, eu achava que dava trabalho, mas não sabia o quanto. No terceirão ainda, vocês não fazem ideia do quanto isso é uma desgraça. No começo do ano – falando bem a verdade foi lá pra Abril / Maio – sorteamos os livros. Quando soubemos que livro era, alguns já foram ler – como eu, o João, a Camilla, entre outros do grupo.

    Nos reunimos uma vez no colégio, à tarde – e embora nem todo mundo tenha ido, decidimos alguns papéis pra cada um. Ana Maria, edição; Paula, direção, eu e Camilla, roteiro, quem ia atuar como o quê, etc. Aí era hora de fazer o roteiro. Camilla veio aqui em casa e em um dia a gente já matou o negócio. Dali em diante foi só formatar direitinho, fazer algumas correções básicas e submeter à aprovação do grupo. Unanimidade: todo mundo gostou de tudo =)

    A questão é que essa parte do trabalho ficou pronta pouco antes da festa junina do terceirão / olimpíadas (JICEA, jogos internos do colégio). Ou seja, nada foi feito até ali. Vieram as férias e nada foi feito também.

    O pior momento de todo o terceirão é o retorno das férias de julho, por alguns motivos: em primeiro lugar, o prático. Depois de perder o ritmo de aulas, é um saco se acostumar de novo. Além disso, continuando pelo lado prático, por causa de umas duas semanas sem provas por causa das olimpíadas, há um pouco mais de matéria a ser cobrada nas provas depois das férias – logo após um período de desintoxicação de escola, o que geralmente significa desespero pra estudar, estudar, estudar, e também muita gente de recuperação.

    Depois tem o aspecto psicológico. O terceirão é o último ano. Nas férias de julho todo mundo tem um gostinho do que é a vida sem a escola – aahh, que delícia. Por isso que feriados – e qualquer dia sem aula – quebra o terceirão. Porque todo mundo acaba sentindo o quanto o dia é melhor e mais leve sem aulas, e aí pra voltar é mais “doloroso”. As férias, então… Lembro que as primeiras semanas depois das férias foram de muitos jogos e diversão na sala de aula. Prestar atenção é impossível, vontade de estudar sistematicamente, como antes, não existe. Hoje em dia, na reta final, eu quase não levo material pra sala…

    É por essas e outras que acabamos demorando ainda mais pra filmar. O tempo foi passando, as provas e as coisas a fazer de cada um foram atropelando a gente e todo mundo foi deixando o filme pra depois. A coisa toda estava marcada pra 15 de Outubro – e não havia nada pronto, ninguém tinha feito nada. Resultado? CORRE NEGUINHO!

    Antes de se apressar pra terminar tudo, gravamos só uma cena, que era num lugar diferente do resto das cenas, que foram filmadas em um pacote só – a maioria das cenas foi filmada toda num dia na casa antiga do João, tanto as diurnas quanto as noturnas. As da casa da Natacha precisaram ser separadas em dois dias, um pras cenas diurnas e um pras cenas noturnas.

    As cenas noturnas – as últimas quatro, dentre elas a mais importante e emocionante de todas – foram gravadas no sábado, dia 17. Dia 18 eu iria editar o filme.

    Oh Goddess.

    Oh Goddess.

    A edição foi mais complicada do que eu imaginava. Não a edição em si; o roteiro que nós fizemos era tão preciso que chegava às vezes a descrever ângulos de câmera, o que significa que não havia mais muita imaginação pra usar – era só executar o que já estava previsto mesmo, o que era bem rápido. O que demorava era a conversão dos arquivos – melhor dizendo, a renderização da coisa toda – além de alguns problemas com sync de áudio e vídeo (um bug chato pra caralho do Kdenlive) e também a colocação de legenda em uma cena específica, que sei lá porque diabos não conseguia fazer.

    Aí acontece que a coisa ficou pronta; mostrei pro grupo na segunda-feira e eu tinha que mudar o sobrenome de uma guria que estava errado nos créditos e também tinha que incluir os roteiristas e a sonoplastia nos créditos (é, esqueci) – então os coloquei nos créditos finais, junto com as músicas usadas. Essas duas edições me quebraram; segunda à tarde fiquei fazendo a capa do DVD e coisas assim – João e Ana Maria me ajudaram nessa – mas pra editar o vídeo acabei esbarrando nos mesmos problemas de sync, além de problemas de espaço no HD do Aldo (o computador da Natacha que usei pra fazer a edição; é o desktop que aparece na foto). Resultado: o DVD com o trailer (que fizemos eu e o João naquela mesma madrugada) ficou pronto só às 5:15 da manhã de terça-feira. Eu fui dormir nesse horário. Não fui à aula no outro dia.

    Terça à noite ainda fiz mais algumas coisas pro DVD e a Jéssica Araújo (a atriz que faz a Maria, mostrada no Trailer – a guria que vira o rosto depois do “Ela não pode sair…”) fez o “folder”, a folha de apresentação que temos que entregar pelo trabalho. Resumidamente, está tudo pronto agora. Dia 31 iremos aos cinemas ver os filmes que a turma produziu e premiar os melhores em cada categoria – tem categoria até pra capa do DVD.

    É isso, terminou. As filmagens foram longas, difíceis, mas divertidíssimas. E a edição, apesar de ter me dado um puta trabalho e uma puta dor de cabeça, foi também bem divertida. Depois do dia 31 – se for mesmo nesse dia a exibição dos filmes – eu posto tudo no Youtube e posto aqui procês verem ;)

  • Pra tirar a teia de aranha (do blog):

    Postado em 19 de Discórdia de 3175 YOLD , às 9:39:99 Peterson Espaçoporto View Comments
  • Batman e Sweeney Todd

    Postado em 57 de Confusão de 3174 YOLD , às 5:92:00 Peterson Espaçoporto View Comments

    Bem, gosto é gosto, opinião é opinião. A minha ainda não está completa porque não vi Wall-E, mas pra ser o melhor filme do ano, não tem só que ser bom ou muito bom, tem que ser incrível, tem que ser demais.

    Pra começar tem o Sweeney Todd: The Demon Barber from Fleet Street. O filme é muito, muito bom, o melhor da carreira de Tim Burton – só não arrisco dizer que foi a melhor interpretação de Johnny Depp porque não conheço muito bem outros filmes em que ele atuou, mas ainda assim teve uma brilhante interpretação. Ele e todos os outros atores. Acho que, ou eu me acostumei às atuações dos filmes de Tim, ou ele melhorou mesmo. Desde Frankenweenie eu penso que a ambientação do filme é excelente, mas as atuações são tão fracas, por vezes estereotipadas ou, sei lá, “retas” demais. Nesse filme, entretanto, as atuações foram bem melhores.

    Além da história envolvente, fascinante, com estética de terror antigo, triste e etc, temos ainda o fato de que o inglês é o britânico; isso, sem dúvida, dá um charme todo especial ao filme. Mas tem mais… É um musical. E um musical dos bons, que não perde em nada pra Chicago e congêneres.

    Mas, além de ter que vencer Sweeney Todd, Wall-E tem que me convencer de que é melhor do que The Dark Knight, o novo do Batman, que vi ontem. Batman é demais, muito bom mesmo. Umas duas horas e meia de uma das aventuras mais sensacionais que eu já vi. Uma perfeita continuação pro primeiro filme, que já foi excelente. O amadurecimento do herói e do homem por detrás da máscara, a situação se tornando catastrófica e todos os entrelaços da história. E, é claro, o Coringa.

    O Coringa.

    Heath Ledger faz uma interpretação brilhante, que deixa o Jack Nicholson (do Burton, aliás) parecer uma criança bobinha. Não gostei, é claro, de mais uma vez anarquia ser confundida com o caos que ele causa através do medo. Ridículo, mas enfim, pelo menos saiu da boca de uma mente doentia.

    Não deu medo; eu sabia que não era um filme de terror ou de suspense mas eu esperava pelo menos um arrepiozinho, uma coisa assim. Mas isso foi um ponto ruim nas minhas expectativas, porque ele é um vilão que deu o que a platéia procura num vilão de aventura (não num de terror): raiva. Ódio dele. Nisso ele foi particularmente bom.

    Vai ser interessante adivinhar o próximo filme do Batman. Qual será o vilão? Pinguim, bem interpretado na versão de Burton? Charada, mal interpretado por Jim Carrey anteriormente? Duas Caras (***AVISO:SPOILERS***) que pode não ter morrido? (***FIM DOS SPOILERS***) Será que teremos um novo vilão, como (***AVISO:SPOILERS***) aconteceu no primeiro filme? (***FIM DOS SPOILERS***) Será que teremos um Robin, já que (***AVISO:SPOILERS***) tinha gente já se inspirando no Batman e se vestindo como ele? (***FIM DOS SPOILERS***) Será que teremos a Mulher-gato, já que a (***AVISO:SPOILERS***) Rachel morreu? (***FIM DOS SPOILERS***) Enfim, será uma grande surpresa.