E também o assassinato de outros deuses
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  • Você

    Postado em 50 de Discórdia de 3174 YOLD , às 0:32:37 Peterson Espaçoporto View Comments

    O lugar que mais me faz sentir falta de você

    É a minha sacada, de noite…

    Vejo as palmeiras ao vento, os quintais de outras casas,

    Mas você, onde está você?

    O mar eu vejo um pouco,

    O que mais vejo é o céu alaranjado

    Me dá aquela saudade do que nem veio ainda,

    Que Dinho Ouro Preto tanto conhecia

    Eu encosto a cabeça na parede

    Olho mais uma vez para a parte da estrada que a vista alcança

    Mas você, onde está?

    Por que diabos e caracinzas você não chega, onde é que você está?

    Sou eu que não te enxergo ou eu que não quero te ver?

    Grande que és e diferença que farás, não seria difícil de enxergar-te…

    Será? Não seria, talvez quem sabe

    Um detalhe que jogamos no chão concentrados no teto?

    Éris, minha Éris…

    Você me tira o sono, ao perguntar

    E a você, cadê a você?

    Por que você tanto espera a você?

    Não sei, diga-me você

    Melhor, diga-me, você!

    Por que tanto te espero?

    Onde é que estás escondida?

    Se é que és, será que você existe?

    Ou é apenas o limite da minha imaginação?

    Que já há muito ultrapassou a linha desse mundinho pequeno…

    Você, você.

    Onde é que está você…

    -

    Don’t blame me for a thing…

    Tinha pensado nos primeiros versos há dias já justamente enquanto olhava pela varanda do meu apartamento… É realmente quando sinto falta de “você”…

    Mas, como não confio no meu taco pra poemas, busquei inspiração por aqui

    • Hey!, meus calendários! Até tinha esquecido disso...
    • Vocabulário pobre, achei seu poema encantador! =D
      Abraços fraternos ^^


    • Ah, minhas saudades, quantas saudades...
      suspiro dia e noite sonhando,
      sonho acordada e acordo pensando,
      quanto tempo teria de voltar
      (se viagens ao passado fossem possíveis)
      prá matar essa saudade!

      Acordo e vou à aula,
      o sol de sampa a me cozinhar,
      entre livros e discursos,
      arranjo tempo prá sonhar!

      Finda aula, vou prô trampo
      mil afazeres a me esperar,
      O tempo passa, mas não volta,
      Volto eu para o buscar,

      Expediente longo,
      - Vou te contar! -
      Longa labuta
      (é...tenho de me sustentar),
      só sua imagem, a me consolar,
      Vc digitando, trabalhando a meu lado,
      Eu olhando de esguela...
      Vc também...

      Fim do expediente,
      saímos prá dançar!
      Ó alma caliente,
      que dança tangos,
      Ó doces braços,
      Doce remanso...

      Somos apenas amigos,
      que nos divertimos,
      Enquanto esperamos
      por amores definitivos....

      Mas....existe 'definição' no amor?
      Existe 'definição' para o amor?
      Não me furto a perguntar...
      Mas por ora esqueço,
      ditas perguntas....
      Só quero,
      Só vou...

      Dançar!


      Revy querido, desculpe a pressa e o vocabulário pobre.
      Mas queria responder breve a uma postagem tão nobre.
      Meu jovem bardo, meu doce amigo...
      A poesia é para todos que têm alma sensível.
      Abraços fraternos, quais caramelos!

      ;) :) ;) :) ;)
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